Marcos Mion fala sobre o papel da fé no cotidiano dos filhos: “Quero criá-los perto da palavra de Cristo”

Marcos Mion em seu ensaio para a revista Claudia - Foto: Filipe Redondo/ Claudia

Marcos Mion em seu ensaio para a revista Claudia – Foto: Filipe Redondo/ Claudia

Marcos Mion abriu o coração em entrevista à edição de dezembro da revista Claudia.

Em um bate-papo franco, o apresentador do Legendários falou sobre o autismo do filho, do câncer de mama enfrentado pela mulher, a designer Suzana Gallo e também sobre o papel da fé no cotidiano da família.

À publicação, Marcos Mion contou que fé tem um papel muito importante na solidez da família:

“Acredito em criar meus filhos o mais perto possível da religião católica e da palavra de Cristo. Com o passar dos anos e os desafios que apareceram na minha vida, a fé faz cada vez mais sentido”, contou. “Aos domingos, vamos todos à missa. Eu e Suzana, sem eles, vamos pelo menos mais duas vezes por semana”, explicou.

Em outro trecho de sua entrevista, Marcos contou que ele e a mulher, com quem é casado há 13 anos, enfrentam os desafios da vida (como o câncer de mama superado por ela) colocando o amor que sentem um pelo outro em primeiro lugar:

Donatella em momento de religião - Foto: Reprodução/ Instagram

Donatella em momento de religião – Foto: Reprodução/ Instagram

“Foram muitas crises, mas a diferença é que sempre optamos por deixar o amor vencer em vez de nos separarmos. A família é nosso alicerce; então, resolvemos sair mais fortes de cada dificuldade”, finalizou.

Na revista, o apresentador ainda fala sobre o jeito lúdico que encontrou de falar sobre o autismo do filho Romeo, de 11 anos, com os filhos mais novos, Donatella e Stefano.

“Fiz uma analogia com super-heróis. Disse que Romeo tinha dons que nós não temos, que ele consegue se comunicar com a natureza e que é por isso que se sente tão pleno em ambientes externos. Eles acharam o máximo!”, disse.

“Romeo exige que eu seja a minha melhor versão todos os dias”, disse. Desde o nascimento de Romeo, Mion se dedica a vencer o desafio de tocar o afeto do filho e, no processo, superar o isolamento característico do autismo.

“Eu o abraçava até que parasse de se debater e reclamar e fazia com que ele olhasse dentro dos meus olhos. Hoje, isso é natural para ele”, completou.

 

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